Capítulo 37 Bônus do fds


Os olhos de Joe estreitaram uma fração quando ele me estudou, como se eu fosse uma equação difícil que ele queria desvendar. Então ele levemente passou as pontas dos dedos pela minha virilha e eu sabia que ele podia sentir isso. Eu podia sentir que o tecido fino estava encharcado. Minhas bochechas ficaram vermelhas e eu baixei os olhos, mas eu não podia deslizar para fora dele e nem mesmo fechar as pernas. As pontas dos seus dedos contra o meu núcleo me faziam sentir bem, mesmo que tivessem parado de se mover. 
— Olhe para mim, Demi — Joe disse em uma voz áspera. 
Olhei em seus olhos, mesmo quando meu rosto parecia perto de explodir de vergonha. 
— Você tem vergonha disso? — Ele passou o dedo sobre minha calcinha molhada. Minha bunda arqueou e exalei duramente. 
Eu não podia dizer nada. Meus lábios estavam entreabertos com os pequenos sons, que não eram completamente gemidos, que escapavam da minha boca. Joe passava seu dedo para cima e para baixo, suavemente, provocadoramente, e pequenos arrepios de prazeres deslizavam pelo meu corpo. Eu sempre pensei que paixão e orgasmos vinham como uma onda forte não deixando nada em seu rastro, algo quase intimidante, mas isso era como um gotejamento lento; uma tensão deliciosamente doce que estava me levando para algo maior. 
Eu tremia em cima de Joe, meus dedos agarrando-se a seus ombros. Ele nunca acelerou o afago, mas o prazer aumentava a cada pincelada de seu dedo. Seus olhos perfuraram os meus quando ele deslizou dois dedos sobre a minha abertura, depois entre as minhas pregas e pressionou meu clitóris. Como isso pode ser tão intenso? Ele nem sequer tocou minha pele. 
Engoli em seco e tremi quando faíscas de prazer percorreram meu corpo. Enterrei meu rosto contra o pescoço de Joe quando me agarrei a ele. Seu dedo esfregou meu clitóris através de minha calcinha, mais lento e mais lento até que ele simplesmente colocou a mão possessivamente sobre minhas dobras. 
Joe pressionou seu rosto no meu cabelo. — Deus, você está tão molhada, Demi. Se você soubesse o quanto eu te quero agora, você iria fugir. — Ele riu sombriamente. — Eu quase posso sentir sua umidade no meu pau. 
Eu não disse nada, apenas tentei acalmar a minha respiração. Os batimentos cardíacos de Joe eram fortes e rápidos debaixo de mim. Ele mudou de posição e seu comprimento escovou minha coxa. Eu podia senti-lo quente e duro. 
— Você quer que eu te toque? — Eu disse com um sussurro. Eu estava meio assustada e meio animada em vê-lo nu e eu queria realmente tocá-lo. Eu queria colocar minha marca sobre ele, queria fazê-lo esquecer das mulheres de seu passado. A mão de Joe nas minhas costas apertou e ele respirou fundo, seu peito se expandiu sob mim. 
— Não, — ele rosnou, e eu levantei a cabeça em confusão e um pouco magoada. Parte disso deve ter transparecido, porque Joe sorriu sombriamente. — Eu não estou muito bem ainda, Demi. Há muita escuridão na superfície, muito sangue e raiva. Hoje foi ruim. — Ele balançou a cabeça. — Quando eu cheguei em casa e encontrei você deitada no sofá, tão inocente e vulnerável e minha — algo brilhou em seus olhos, algumas das trevas que ele mencionou. — Estou feliz que você não sabe os pensamentos que passaram pela minha cabeça naquele momento. Você é minha esposa e eu jurei protegê-la, se necessário, até de mim mesmo. 
— Você acha que iria perder o controle? — eu sussurrei. 
— Eu sei que iria. 
— Talvez você se subestime. — Eu parei meus dedos sobre os seus ombros. Eu não tinha certeza se eu estava tentando convencê-lo ou a mim mesma. Ele tinha me assustado, não havia como negar isso. Mas ele tinha conseguido se segurar. 
— Talvez você confie muito em mim. — Ele passou o dedo sobre a minha espinha, e enviou uma nova onda de formigamento em direção ao meu núcleo. — Quando eu te deitar na cama como um cordeiro indo para o sacrifício, você deveria fugir. 
— Alguém uma vez me disse para não correr dos monstros, porque eles te perseguirão. 
O fantasma de um sorriso cruzou seu rosto. — Da próxima vez, você corre. Ou se não puder, golpeie minhas bolas com o joelho. 
Ele não estava brincando. — Se eu tivesse feito isso hoje, você teria perdido o controle. A única razão pela qual isso não aconteceu foi porque eu te tratei como meu marido, não como um monstro. 
Ele traçou meus lábios com o polegar, então escovou minha bochecha. — Você é muito linda e inocente para se casar com alguém como eu, mas eu sou um bastardo egoísta por não deixar você ir. Você é minha. Para sempre. 
— Eu sei — eu disse, então abaixei minha bochecha de volta ao seu peito. Joe apagou as luzes e eu adormeci ouvindo seu batimento cardíaco. Eu sabia que uma pessoa normal teria fugido dele, mas eu tinha crescido entre predadores. Caras decentes, normais, com empregos que não quebravam leis, eram uma espécie estranha para mim. E, no fundo, uma parte primordial de mim não poderia imaginar estar com alguém que não fosse um macho-alfa como Joe. Ele me emocionou ao me deixar saber que um homem como ele poderia ser gentil comigo. Ele me emocionou dizendo que ele era meu e eu era dele. 
*** 
O céu estava se tornando cinza no horizonte de Nova York quando eu acordei na manhã seguinte. Eu ainda estava deitada no peito de Joe, meus seios nus pressionados contra sua pele quente, mas eu tinha deslizado pelo seu corpo durante a noite e seu comprimento duro estava pressionado contra a minha perna. Eu me mexi com cuidado e olhei para o rosto dele. 
Seus olhos estavam fechados e ele parecia tão calmo no sono, era difícil acreditar que o mesmo cara tinha abrigado tanta violência e escuridão na noite passada. Uma curiosidade passou por mim. Eu nunca tinha visto uma ereção, mas estava preocupada em acordar Joe. Depois do que ele disse, eu realmente não queria correr o risco dele perder o controle. Tentei espreitar por cima do meu ombro o pênis duro de Joe, mas da forma como estávamos posicionados eu teria que quebrar o pescoço para vê-lo. 
De repente, um zumbido veio da mesa de cabeceira e Joe se sentou tão rápido que eu bati os dentes. Ele me levou com ele, um braço me firmando ao redor da cintura, o outro pegando seu celular. Mas a nova posição me fez deslizar para baixo de seu corpo e agora sua ereção estava entre as minhas pernas, seu comprimento pressionado contra o meu núcleo. Eu estava praticamente montando ele como se fosse uma vassoura. Eu nunca tinha sido mais grata pela minha calcinha. 
Fiquei rígida e assim o fez Joe, o celular já pressionado contra sua orelha. Eu tentei me colocar em uma posição menos problemática, mas isso só fez o seu pau esfregar contra mim. Ele gemeu e eu congelei. Os olhos de Joe dilataram quando seus dedos apertaram a minha cintura. 
— Eu estou bem Nick — ele murmurou. — Eu estou bem demais. Não. Eu posso lidar com isso. Não preciso ver o médico. Agora, me deixe dormir. — Joe desligou, colocou o telefone de volta no criado-mudo e me encarou. Eu estava tão dura que ele poderia ter me usado como uma tábua de passar roupar. 
Ele se afundou lentamente na cama com todo o controle que seu abdômen poderia lhe oferecer. Eu permaneci na posição sentada, ajeitando meus quadris, mas rapidamente passei um braço na frente dos meus seios. Agora que ele estava deitado, sua ereção não estava mais me tocando. Reunindo a minha coragem, eu passei minha perna sobre seus quadris, e acidentalmente rocei no pênis de Joe.

Continua ...
Hoje terá dois capítulos o próximo sai as 14:00 hrs

2 comentários:

  1. Puta merda,será que não vai rolar nada,ela quer e ele também,por que a demora,vou morrer até as 14:00

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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Espero que tenham gostado do capítulo :*